quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

TEMPOS MODERNOS - FILME


Tempos Modernos Chaplin mostra de forma brilhante as situações reais do mundo em que vivemos, e como sempre a história da humanidade deixa traços para trás. O filme critica de forma cômica o abusivo sistema do regime trabalhista, onde na época as pessoas trabalhavam muito e ganhavam muito pouco. Mostra a diferença gritante entre a classe trabalhadora e a burguesia, evidênciando a exploração do trabalhador através excessiva carga horária de trabalho, produção apenas aumentando, e as condições subumanas a que essas pessoas eram expostas nos seus locais de trabalho. Mostra que a luta pela redução da carga horária, por aumento de salário e boas condições para trabalhar não existe há pouco tempo, mas desde a Revolução Industrial. O filme também foca que a exploração era grande para que a produção aumentasse, mas que o salário que essas pessoas recebiam pelos seus trabalhos muitas vezes nem sequer podia pagar o preço do produto que produziam, o que sem dúvida podia ser considerado como algo bem injusto. Também fala um pouco a respeito da troca de trabalho humano pelo trabalho de máquinas acarretando na demissão de muitos trabalhadores. Não é tão diferente nos dias de hoje, no Brasil ainda temos muito trabalho escravo escondido por ai precisando ser descoberto para que a justiça com as pessoas que trabalham em péssimas condições submetidas a péssimos salários sejam de alguma forma beneficiadas.

Fonte: Filme "Tempos Modernos" - Charles Chaplin (1936) 

Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia... Pois o triunfo pertence a quem se atreve [ Charles Chaplin ]

Globalização

A globalização é um fenômeno capitalista e complexo que começou na época dos Descobrimentos e que se desenvolveu a partir da Revolução Industrial. Mas o seu conteúdo passou despercebido por muito tempo, e hoje muitos economistas analisam a globalização como resultado do pós Segunda Guerra Mundial, ou como resultado da Revolução Tecnológica.
A globalização afeta todas as áreas da sociedade, principalmente comunicação, comércio internacional e liberdade de movimentação, com diferente intensidade dependendo do nível de desenvolvimento e integração das nações ao redor do planeta.
A globalização da economia é o processo através do qual se expande o mercado e onde as fronteiras nacionais parecem mesmo desaparecer, por vezes, nesse movimento de expansão. Trata-se da continuação do processo de internacionalização do capital, que se iniciou com a extensão do comércio de mercadorias e serviços, passou pela expansão dos empréstimos e financiamentos e, em seguida, generalizou o deslocamento do capital industrial através do desenvolvimento das multinacionais.
Um dos principais fatores, que tem conduzido para a corrida generalizada à globalização, tem sido o fenómeno das privatizações, um pouco por toda a parte. Privatização das empresas públicas, por um lado, e da desregulamentação (reduzindo ou desmantelando os monopólios), por outro, tem contribuído para o aumento da fluidez dos mercados e da concorrência.
A liberdade de trocas tornou-se num fenómeno de moda e levou à constituição de zonas de total liberdade económica, como é o exemplo da criação do mercado único entre os Estados Unidos e o Canadá, desde 1988, e do mercado único europeu, desde 1993. É também nesta linha que se insere a assinatura de acordos de livre-troca entre o Brasil e a Argentina e a Austrália e a Nova Zelândia, esse novo contexto, a ideologia da economia de mercado encontra-se numa fase de expansão e assiste-se à internacionalização dos mercados e da concorrência que se acelera, por um lado, sob o efeito cumulativo de fatores favoráveis e, por outro, do próprio tempo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Globaliza%C3%A7%C3%A3o; data : 26/11/2010 às 00:48 

KARL MARX

Eleito o maor filósófo, Karl Marx, com seu pensamento influenciou várias areas como: Filosofia, Sociologia, Psicologia, Economia entre outros. Suas idéias só despertaram atenção a partir de que um estudioso da Economia Política - o alemão Adolph Wagner, citou seu nomes e seus pensamentos em um de seus livros.
A contribuição de Marx para a Sociologia, foi salientar que as relações sociais depedem dos modos de produção. Relações técnicas de produçõ, o homem para satisfazer suas necessidades, atua sobre a natureza, entao isso nao acontece de maneira isolada, para produzir o homem tem que interagir com outros seres humanos, dando o nome "relação de produção", e um conjunto dessas relações dar-se o nome de "modo de produção".
O desenvolvimento das "relações técnicas" vem através do "processo de trabalho" que dá origem a " forças produtivas" que acaba gerando determinado "sistema de produção" provocam de uma divisão do trabalho e choque entre forças produtivas. Marx acreditava que a sociedade se dividia em infa estrutura (estrutura econômica formadas relações de produção e forças produtivas) e supra estrutura ( 1º nivel - jurídico político, forma-se pelas leis que corresponde a sistematização das relações exigentes; 2º´nível - estrutura ideológica, formado pelo conjunto de idéias de determinada classe social, defendendo seus interesses).


Sua Principal Obra: O Capital: Crítica da economia política (1867).


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx ; data: 25/11/2010 às 23:00

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Roberto Crema

           Roberto Crema é um Psicólogo e Antropólogo do Colégio Internacional dos Terapeutas - CIT, analista transacional didata, foi o criador do enfoque da síntese transacional, consultor em abordagem transdisciplinar holística e ecologia do Ser. Foi também o coordenador geral do I Congresso Holístico Internacional e implementador da Formação Holística de Base, no Brasil. Membro honorário da Associação Luso Brasileira de Transpessoal e também autor de  diversos livros sobre o tema.

Max Weber

Max Weber nos ajudou a entender a natureza da sociedade.  
Ele, de uma forma diferente de Durkheim, também discordava da abordagem de Marx.
Sem negar a importância dos fatores materiais, defendidos por Marx, nem a noção de fatos sociais externos aos indivíduos, defendida por Durkheim, ele acrescentou que tínhamos que olhar para as idéias. Principalmente para os significados que dávamos às coisas e para o papel das mudanças nas idéias que contribuem para a sociedade e para as mudanças sociais.  No que diz respeito aos significados que as pessoas atribuem às coisas, Weber utilizou o termo alemão, "verstehen," para discutir a nossa compreensão profunda daqueles significados. Como a cultura se baseia em símbolos e os símbolos, para o serem, precisam ter significados, compreender os símbolos é, então, um elemento essencial na compreensão da sociedade. Em oposição a Marx sobre a compreensão da Revolução Industrial, Weber afirmou que, em primeiro lugar, surgiu uma mudança radical nas idéias que refletiu na Reforma Protestante e nos sermões de líderes protestantes, que eram contra os pensamentos e práticas da Igreja Católica, os principais valores defendidos pelos Protestantes eram as idéias de auto-suficiência, frugalidade e relações independentes e íntimas com Deus, em vez de através de um padre, defendiam o fato de que não precisavam de uma organização imensa, corrupta e decadente para lhes dizer como pensar e que a independência do pensamento ajudava a que as pessoas começassem os seus próprios negócios e contribuíssem para o crescimento da classe detentora de capital.
 Uma terceira contribuição de Weber relaciona-se com a sua visão sobre a natureza social da desigualdade. Marx enfatizou as relações com os meios de produção, sem negar a importância da posse de riqueza Weber acrescentou o prestígio, ou seja, os juízos de valor que as pessoas fazem umas das outras e que contribuem para o seu posicionamento nas respectivas classes sociais e declarava que as classes dependiam de três fatores: poder, riqueza e prestígio A Grande preocupação de Weber era com o nível das idéias.
Os trabalhos de Weber contribuíram para a Perspectiva Simbólica Integracionista, uma das três perspectivas clássicas em Sociologia.

Emile Durkheim

Durkheim nasceu em 15 de abril de 1858 em Épinal, na Alsácia, oriundo de uma família judia. Começou seus estudos sobre filosofia na Escola Normal Superior de Paris, indo depois para Alemanha. Durkheim é considerado um dos pais da sociologia moderna, foi um dos pensadores que mais contribuiu para a consolidação da Sociologia como ciência empírica e para sua instauração no meio acadêmico, sendo um dos fundadores da escola francesa de sociologia sendo também o primeiro professor universitário dessa disciplina., é conhecido como um dos melhores teóricos do conceito da coesão social, As referências necessárias para situar seu pensamento foram a Revolução Francesa e a Revolução Industrial e tendo também recebido influencia dos ideais de Saint-Simon e Comte.Seus propósitos constitutivos são a idéia de que a humanidade caminha no sentido de seu  aperfeiçoamento gradativo governada pela lei do progresso. Esse princípio foi influencia da filosofia humanista. O industrialismo se portava como fator decisivo da sociedade moderna. Espalhava-se a idéia de que a vida coletiva era um ser distinto, mais complexo, e irredutível às partes que o formam.
Durkheim recebeu também a influência da filosofia racionalista de Kant, do darwinismo, do organicismo alemão e do socialismo de cátedra. Durkheim via na ciência social uma expressão da consciência racional das sociedades modernas, mas não excluía o diálogo com a História, a Economia e a Psicologia, embora apontasse os limites de cada uma dessas disciplinas na explicação dos fatos sociais.
Suas principais obras são: Da divisão do trabalho social, As regras do método sociológico, O suicídio, Formas elementares da vida religiosa, Educação e sociologia, Sociologia e filosofia, e Lições de sociologia.


Auguste Comte

Foi um filósofo francês, fundador da Sociologia e do Positivismo. Nascido em 19 de janeiro de 1798 em Montpellier, França. Comte trabalhou intensamente na criação de uma filosofia positiva, mas em 1826 por problemas conjugais sofreu de uma profunda depressão, depois de  recuperado, escreveu texto  O Curso de filosofia positiva, que demorou doze anos. Em 1842, por criticou a corporação universitária francesa e por isso perdeu o emprego de examinador de admissão da Escola Politécnica e começou a ser ajudado por admiradores e amigos.  Em 1844, apaixonou-se por Clotilde de Vaux, que morreu um ano depois de tuberculose, foi ela quem  AU principal influencia e inspiração para criarr uma nova religião, a Religião da Humanidade.  O objetivo do pensamento de Comte era fazer uma reforma na sociedade. Para isso, seria preciso fazer uma reforma do saber e do próprio método de apreensão da realidade. Deste modo, Comte desenvolveu uma Filosofia da História, que procura explicar o processo de desenvolvimento da humanidade e apontar o conhecimento positivo como o ápice deste processo. Segundo esta filosofia, a humanidade como um todo, bem como cada indivíduo tomado separadamente, passam, em seu desenvolvimento, por três fases fundamentais de evolução: a Teológica, a Metafísica e a Positiva. Entre 1851 e 1854 Comte escreveu o Sistema de política positiva, em que extraiu algumas das principais conseqüências de sua concepção de mundo não-teológica e não-metafisica, propondo uma interpretação pura e plenamente humana para a sociedade e sugerindo soluções para os problemas sociais, apresentou suas obras para as principais instituições de sua Religião. Em 1856, publicou o livro Síntese subjetiva, primeiro e único volume de quatro onde tratava questões específicas das sociedades humanas. Faleceu em 5 de setembro de 1857, em Paris. Sua última casa, na rua Monsieur-le-Prince, 10, foi posteriormente adquirido por positivistas e transformado no Museu Casa de Augusto Comte.